Perguntas Frequentes

O que é colposcopia?


Colposcopia é um exame que visa analisar a vagina e o colo do útero, através de um microscópio adaptado (colposcópio), em busca de lesões pré-cancerosas, possibilitando o tratamento precoce e evitando a surpresa de um câncer futuro. Geralmente indicada em pacientes com suspeita de lesões causadas pelo vírus HPV no papanicolaou, é um procedimento rápido, com duração média de 20 minutos, podendo ser feito no próprio consultório médico. Durante o procedimento são utilizados corantes específicos, a base de ácido e iodo, para avaliar as estruturas dos órgãos genitais. Caso o médico julgue necessário pode ser realizado uma biópsia (indolor), para que o tecido seja melhor estudado. Como se preparar para uma colposcopia? São necessários três dias de abstinência sexual, a mulher também não pode ter utilizado lubrificantes ou cremes vagianis, e não deve estar menstruada.




Anticoncepção


Anticoncepcional é qualquer método adotado para evitar a gravidez indesejada. Existem inúmeras opções para escolher a que melhor se adapta a você. Podemos optar pelo uso de pílulas orais ou, medicação através de pílulas vaginais, implantes intradérmicos de longa duração, adesivos transdérmicos, injeções mensais/trimestrais, anéis vaginais e ou mesmo os dispositivos intra-uterino (cobre/Mirena®) todos com excelente eficácia. Existem opções para pacientes com doenças como trombose, câncer de mama, trombofilias, diabetes, hipertensão, varizes, entre outras, basta que com a ajuda de um profissional se escolha a mais indicada e segura para cada caso. Benefícios adicionais dos anticoncepcionais são diminuição das cólicas, melhora da TPM, controle do fluxo menstrual, regularidade do ciclo, tratamento de ovário policísticos e cistos ovarianos, melhora da acne, tratamento de endometriose e mioma, entre outros. Algumas opções nos permitem suspender a menstruação sem riscos adicionais para a paciente, trazendo comodidade para a mulher moderna. Agende uma consulta para discutir qual a melhor opção para você!




Biopsia da Vagina


Certos sinais e sintomas podem sugerir fortemente um câncer de vagina, mas muitos deles podem ser causados por outras condições patológicas. A única maneira de se ter certeza de que um câncer está presente é realizando uma biópsia. Neste procedimento, uma amostra de tecido da área suspeita é removida e enviada para análise por um patologista, que avaliará a amostra de tecido sob um microscópio para confirmar (ou não) a suspeita de câncer ou de uma condição pré-cancerígena.Se você tiver algum dos sinais ou sintomas de câncer vaginal, consulte um médico. Se o exame de Papanicolaou mostrar células anormais ou se os resultados do exame pélvico não forem normais, serão necessários mais testes.




Biopsia de Endométrio por Aspiracão Manual Intra-Uterina - Amiu


Ao notar quaisquer sinais e sintomas do câncer de endométrio, como sangramento vaginal anormal ou aumento do fluxo, comunique imediatamente ao seu médico para que a causa seja diagnosticada e, se necessário, iniciado o tratamento. A detecção precoce aumenta as chances da doença ser tratada com sucesso. No entanto, alguns tipos de câncer de endométrio podem ser diagnosticados em estágio avançado por não apresentarem qualquer sinal ou sintoma.

Exames de detecção precoce

A detecção precoce consiste em fazer exames de rastreamento em pessoas assintomáticas.

Mulheres com risco médio de câncer de endométrio

No momento, não existem exames de rastreamento para diagnosticar o câncer de endométrio precocemente em mulheres do grupo de risco médio para a doença e em mulheres assintomáticas.

Recomenda-se que, na menopausa, todas as mulheres sejam informadas sobre os riscos e sintomas do câncer de endométrio e sejam fortemente encorajadas a relatar qualquer sangramento vaginal ou corrimento para seu médico.

As mulheres devem conversar com seus médicos sobre a realização de exames pélvicos regulares. Um exame pélvico pode diagnosticar alguns tipos de câncer, incluindo alguns tipos de câncer uterino avançado, mas não é muito eficaz para o diagnóstico do câncer de endométrio em estágio inicial.

O exame de Papanicolau, usado para o rastreamento do câncer de colo do útero, pode, ocasionalmente, diagnosticar alguns tipos de câncer de endométrio inicial, entretanto não é o exame ideal para este tipo de câncer.

Mulheres com risco aumentado de câncer de endométrio

Recomenda-se que a maioria das mulheres com risco aumentado para câncer de endométrio sejam orientadas a consultar seus médicos sempre que apresentar qualquer hemorragia vaginal anormal. Isto inclui mulheres cujo risco de câncer de endométrio seja maior devido à idade, menopausa tardia, não ter filhos, infertilidade, obesidade, diabetes, pressão arterial elevada, tratamento com estrogênio ou terapia com tamoxifeno.

As mulheres que têm (ou podem ter) câncer de cólon hereditário não polipose (síndrome de Lynch) têm um risco elevado de câncer de endométrio. Se várias pessoas da sua família já tiveram câncer de cólon ou de endométrio, você pode fazer o aconselhamento genético para entender seus riscos da doença. Se você ou um parente (próximo) tiverem resultados positivos para uma mutação em um dos genes para a síndrome de Lynch, você tem um risco aumentado de câncer de endométrio.

Recomenda-se que as mulheres que têm (ou podem ter) síndrome de Lynch, realizem exames anuais para câncer de endométrio com biópsia do endométrio a partir dos 35 anos. Discuta com seu médico os riscos, benefícios e limitações dos exames. Isso se aplica às mulheres que têm mutações genéticas associadas à síndrome de Lynch, às mulheres susceptíveis de ter essa mutação e àquelas de famílias com tendência a ter câncer de cólon e se testes genéticos não foram realizados.

Outra opção para uma mulher que tem (ou pode ter) síndrome de Lynch é fazer a histerectomia, se não quiser ter mais filhos.




Cauterização de verrugas do HPV


As verrugas genitais, são o tipo mais comuns de infecções transmitidas sexualmente. O agente causador, é o HPV.

Mas quais são os sinais e sintomas?⠀

▶️ Verrugas com coloração acinzentada ou cor de pele.⁣
▶️ Podem causar coceira ou desconforto local.⁣
▶️ Podem causar sangramento durante a relação sexual.⁣
▶️Podem apresentar tamanhos variáveis, minúsculas ou crescerem bastante. ⁣
▶️ Várias verrugas juntas podem ter aspecto de couve-flor.⁣
▶️Podem regredir sozinhas ou crescer cada vez mais.⁣
▶️ Podem estar escondidas dentro dentro da vagina, no colo do útero ou reto, dificultando seu reconhecimento e retardando a procura de ajuda médica.⁣

Tanto o homem quanto a mulher podem estar infectados pelo vírus sem apresentar sintomas.⁣

Tratamento⁣

O objetivo do tratamento é a remoção das verrugas e restauração da imunidade da mulher, pois o HPV geralmente surge quando o sistema de defesa encontra-se comprometido.⁣

Se cuidem, meninas! Procure acompanhamento ginecologico para detectar e tratar Verruga Genital. Só ele saberá diagnosticar e indicar o tratamento ideal para cada paciente. Lembrem-se que a prevenção é sempre o melhor caminho; mantenha os exames em dia!




Cirurgia de Alta Frequência (CAF)


Cirurgia de Alta Frequência - CAF é um procedimento cirúrgico no qual uma área doente pode ser retirada com mínimo dano ao órgão. Vantagens de baixo custo Possibilidade de realização à nível de consultório/ambulatório Grande proporção de sucessos Nenhuma repercussão sobre gestações futuras. A CAF deve ser realizada durante uma colposcopia e por profissional experiente. Após verificar as características da lesão, o examinador faz a anestesia local da região e, em alguns minutos retira a região doente.




Citologia


O exame de Citologia Oncótica, conhecido também por exame preventivo é uma das estratégias mais bem-sucedidas para a prevenção do câncer de colo uterino e doenças sexualmente transmissíveis. Esse exame deve ser feito em todas as mulheres sexualmente ativas, ao menos uma vez ao ano ou o intervalo de no máximo 3 anos, depende do resultado! O material é coletado através de uma escovinha ou espátula diretamente do colo do útero, que é transferido para uma lâmina ou o meio líquido de modo a preservar a estrutura das células.
Se o resultado mostrar células normais, não é necessário nenhum tratamento.
Caso apresente alguma alteração, o médico poderá pedir outros exames complementares, como por exemplo uma colposcopia. Se você deseja ter acesso a ótimos cuidados médicos com uma abordagem amigável e personalizada do bem-estar ginecologico e prevenção do câncer do colo do útero, agende uma consulta e exames de rotina em nossa clínica.




Consulta Ginecológica


A consulta regular ao ginecologista serve para prevenção de doenças como o câncer de mama e o de colo do útero, corrimentos, entre outras. Também é uma oportunidade para esclarecimentos de dúvidas e prevenção de gravidez indesejada.




DIU Mirena (hormonal) - DIU de Cobre - DIU de Prata



DIU é a abreviação para dispositivo intrauterino, um método contraceptivo usado por mulheres que não desejam engravidar e tem um dos menores índices de falha. É formado por uma pequena haste, normalmente no formato das letras T ou Y, que é colocada dentro do útero. Como funciona o DIU
A haste do DIU fica por um tempo dentro do corpo da mulher (que varia de 5 a 10 anos) e libera substâncias que tornam o útero um local hostil para o espermatozoide, impedindo que ele fecunde o óvulo. Assim, impede a gravidez indesejada. Atualmente, existem três tipos de DIU: de cobre, de prata e o hormonal (Mirena). Assim como sua composição, cada um possui um funcionamento diferente, que se adapta ao perfil de cada mulher. Confira as especificações dos três abaixo: DIU de cobre O DIU de cobre, como o nome sugere, possui uma haste maleável revestida com este metal. Durante sua ação, libera pequenas quantidades de cobre no útero, causando algumas alterações no endométrio (tecido que recobre a parte interna do órgão), no muco e na motilidade das trompas. Desta forma, ocorre uma reação inflamatória que não faz mal ao organismo, mas que torna a região hostil ao espermatozoide. Dessa forma, o DIU de cobre consegue evitar com que uma gravidez aconteça.
O uso do DIU de cobre tem alta eficácia, com chances bem pequenas de gravidez (cerca de 0,7%), e seu efeito colateral mais frequente é o aumento do fluxo menstrual. Além disso, ele pode permanecer no corpo da mulher por até 10 anos.
DIU de Mirena (SIU ou DIU hormonal)
O DIU hormonal, também conhecido como DIU de Mirena ou SIU, além de produzir reações inflamatórias no útero, possui em sua estrutura uma haste com o hormônio progesterona.Essa substância é liberada aos poucos durante seu uso e uma pequena quantidade pode ser absorvida pela corrente sanguínea. Porém, em termos gerais, o dispositivo atua da mesma forma que o DIU de cobre, causando alterações no útero que impedem a gravidez. Além disso, de acordo com a bula do DIU de Mirena, dois terços das mulheres que usam esse dispositivo apresentam um bloqueio da menstruação, considerado um efeito colateral do dispositivo. Em contrapartida, as chances de engravidar com este produto caem para 0,2% e ele é também indicado como tratamento em casos de mioma uterino, endometriose e adenomiose. DIU de prata
Menos conhecido e mais moderno, o DIU de prata é outra opção de método contraceptivo disponível no mercado. O dispositivo, que tem formato de "Y", une prata e cobre em sua composição e produz o mesmo efeito no útero impossibilitando a fecundação do óvulo pelos espermatozoides. A diferença é que a prata faz com que a ocorrência de cólicas e o fluxo menstrual sejam menores em comparação com o DIU de cobre. Além disso, ela também diminui o risco de oxidação da estrutura de cobre dentro do organismo, aumentando a eficácia do método. Sua duração é de cinco anos.




Extirpação de Lesão da Vulva e Períneo por Eletrocoagulação





Extirpação de Pólipo Uterino


Os pólipos uterino são responsáveis por, até, 30% dos episódios de sangramento genital irregular. Até os 40 anos de idade, na maioria dos casos, possuem comportamento benigno. Após a chegada da menopausa, aumenta o risco de malignidade. Independentemente deste fatos, sempre que houver o diagnóstico, os pólipos endometriais deverão ser retirados. A histeroscopia cirúrgica é o procedimento "padrão ouro" para o tratamento dos pólipos endometriais. Procedimento hospitalar. Necessita de anestesia; endovenosa ou raquidiana. Há possibilidade frequente para alta hospitalar no mesmo dia do procedimento. Realização do tratamento através de vídeo-histeroscopia cirúrgica para remoção dos pólipos. O procedimento é sem cortes e realizado por via vaginal. Paciente retorna para casa no mesmo dia do procedimento.




Histeroscopia: Diagnóstica e Cirúrgica


Histeroscopia Diagnóstica
A histeroscopia diagnóstica é um exame onde com o auxílio de uma câmera é possível examinar o interior da cavidade uterina por visão direta. A histeroscopia é de grande auxilio para o diagnóstico definitivo de alterações ao ultrassom, em sangramentos vaginais anormais e em pesquisa de infertilidade. Como se faz a histeroscopia diagnóstica?
A paciente fica em posição ginecológica e é introduzido um espéculo (aparelho do papanicolaou), para que se possa visualizar o óstio uterino (local por onde passa a menstruação). Através do canal cervical é introduzido uma câmera pela qual se visualiza o interior do útero. Não é necessário anestesia para a histeroscopia diagnóstica, porém, pode ser pouco doloroso.
Histeroscopia Cirúrgica
A histeroscopia cirúrgica consiste na realização de cirurgias intrauterinas através do canal cervical (sem cortes). O preparo da paciente é o mesmo da histeroscopia diagnóstica porém, para a realização de cirurgias, a paciente é anestesiada, portanto é necessário jejum. Através da cirurgia histeroscópica é possível tratar pólipos, miomas, malformações uterinas, entre outros. Trata-se de uma cirurgia rápida e simples, não sendo necessário cortes ou pontos, com grande segurança para a paciente. Normalmente a internação e a alta se dão no mesmo dia, sendo a recuperação da paciente imediata. É muito raro a existência de dor pós operatória e normalmente a paciente apresenta pequeno sangramento vaginal por alguns dias. O retorno a suas atividades pode ser após 2 ou 3 dias, sendo necessário 10 dias de abstinência sexual.




HPV


O HPV (Papiloma Vírus Humano) é um vírus de transmissão preferencial sexual, que se aloja na pele e nas mucosas do ser humano. Mais frequentemente encontrado na vagina, colo do útero e pênis, também pode acometer boca, anus, cordas vocais entre outros.

Considerada uma DST (Doença Sexualmente Transmissível), tem sua principal causa de infeção o não uso de preservativos nas relações sexuais.

A infeção pelo vírus não necessariamente levará ao aparecimento das lesões causadas por ele. Muitos são portadores assintomáticos (portam o vírus, porém não apresentam lesões), podendo permanecer assim por toda a vida ou quando associado a baixa de imunidade (estresse, gestação, doenças crônicas), podem vir a apresentar as lesões. O quadro clinico pode acontecer anos após a infeção, dependendo da imunidade de cada indivíduo.

As manifestações do vírus HPV são inúmeras, podendo variar de verrugas genitais (crista de galo), às lesões pré-cancerosas. Estas últimas são silenciosas, porém, perigosas, são as principais causas de câncer de colo de útero, podendo ser diagnosticadas apenas através do papanicolau e da colposcopia.

Não existe cura conhecida para o HPV, apenas o controle e tratamento das lesões causadas por ele. Porém, o organismo do portador pode clarear (destruir) o vírus.

Através de medidas para o aumento da imunidade do portador como melhora do sono e da alimentação, parar com uso de álcool e cigarros, realizar a atividade física, alimentação saudável e o uso de vitaminas, aumentado a chance de o organismo se defender da infeção.

Quando as lesões aparecerem, elas devem ser tratadas!

Cada lesão tem seu tratamento especifico, variando de cauterizações a pequenas cirurgias.

Como prevenir o contagio do HPV?

O uso da camisinha em todas as relações sexuais é a principal ferramenta de prevenção contra o HPV.

Existem duas vacinas disponíveis para HPV, o ideal é que sejam utilizadas antes do primeiro contagio com o vírus.

Exames ginecológicos de rotina são capazes de prevenir e de promover o tratamento precoce das lesões.




Histerectomia


O que é histerectomia?

A histerectomia é um procedimento cirúrgico realizado sob anestesia geral, que consiste na retirada total ou parcial do útero e anexos. É dita total quando se retira o corpo e o colo do útero; subtotal, quando só se retira o corpo do útero e radical quando, juntamente com o útero, são retirados os ovários e as trompas de Falópio (que ligam os ovários ao útero).

Em que consiste a histerectomia?

Existem três procedimentos cirúrgicos para retirada do útero que podem ser escolhidos em conjunto por você e pelo seu médico, cada um deles mais bem adaptado a cada caso individual:

Histerectomia abdominal: feita por meio de um corte (uma incisão) no abdome.

Histerectomia vaginal: retirada do útero através da vagina.

Videolaparoscopia: cirurgia realizada por pequenos orifícios feitos no abdome. A retirada do útero é feita por via vaginal.

A histerectomia é uma cirurgia de médio ou grande porte, sempre realizada no centro cirúrgico de um hospital. Em geral, a mulher permanecerá internada de três a cinco dias, mas será incentivada a se movimentar nas primeiras 24 horas, período em que também poderá voltar a beber e comer normalmente.

Procure discutir com seu médico a melhor alternativa para o seu caso e as vantagens e desvantagens de cada técnica.

Histerectomia

Quem deve fazer uma histerectomia?

A histerectomia é indicada para aquelas mulheres que tenham:

Câncer do útero.

Sangramentos disfuncionais.

Hemorragias incontroláveis.

Crescimentos não malignos do útero e dos anexos.

Prolapso pélvico.

Infecção pélvica severa e outros danos irreparáveis ao útero.

As condições malignas requerem uma histerectomia abdominal total com retirada também das trompas e ovários, de ambos os lados. Em alguns casos, uma histerectomia pode ser a única opção para salvar a vida de uma paciente, mas nem sempre ela é necessária e só deve ser realizada quando inevitável. Para muitos casos, há alternativas que devem ser discutidas com o médico.

A histerectomia tem riscos e efeitos colaterais?

Além dos riscos próprios a toda cirurgia, a histerectomia pode ter outros riscos raros e geralmente reversíveis, além de efeitos colaterais também tratáveis. O mais importante deles, e irreversível, é que a mulher para de menstruar e perde a capacidade de reproduzir. Esta pode ser uma questão importante para mulheres jovens, mas na maioria das vezes as mulheres que necessitam de uma histerectomia já passaram pela fase reprodutiva da vida ou já tiveram o número de filhos que desejam.

As complicações possíveis do ato cirúrgico em si, são: lesões do intestino, bexiga ou ureteres (canal que liga o rim à bexiga).

Como evoluem as histerectomias?

Em geral, as histerectomias evoluem bem, mas a recuperação depende da extensão da cirurgia e da técnica empregada. Nas cirurgias mais radicais e extensas é de se esperar algumas limitações durante cerca de quatro meses. Uma "recuperação total" pode exigir de seis a doze meses.

Após a cirurgia, pode ocorrer sangramento vaginal, infecção, dor pélvica crônica e diminuição da sensibilidade sexual.

Após a cirurgia, o organismo deixa de produzir (pelo útero) uma substância chamada prostaciclina, que atua na dissolução de coágulos, deixando as mulheres histerectomizadas mais sujeitas às tromboses e a um maior risco de infarto do miocárdio.

As mulheres histerectomizadas que não tenham retirado também o colo do útero devem continuar fazendo periodicamente o exame de Papanicolau (exame preventivo).

Se os ovários também foram retirados, a mulher entra numa menopausa precoce e tem aumentados os riscos de osteoporose e infarto do miocárdio, demandando reposição hormonal. Se os ovários não foram removidos, isso não é necessário.

As relações sexuais devem ser evitadas por um período de seis a oito semanas após a cirurgia. A maioria das mulheres não sofre nenhum efeito adverso no seu prazer sexual.

Depois da cirurgia, muitas pacientes relatam sentirem uma fadiga excessiva, ganho de peso, dores articulares, alterações urinárias, depressão, alterações que em geral melhoram com o transcorrer do tempo.

Um grande número de mulheres histerectomizadas desenvolve cistos ovarianos benignos após a histerectomia.

Mesmo muito tempo após a cirurgia podem desenvolver-se incontinência urinária e prolapso vaginal.





© 2020 MH Colposcopia

Orgulhosamente criado por

Cardoso Solution (61) 98149-0831

Acompanhe nas redes sociais

Entre em contato para agendar uma consulta ou para mais informações

  • Instagram ícone social

Horário de Funcionamento

Seg - Sexta: 08:00 - 18:00